Principais

realizações

da gestão

Zelamos, acima de tudo, pela valorização profissional e a integração do Sistema Confea/Crea e Mútua. Nosso Programa de Trabalho defendeu a soberania, o capital tecnológico e as empresas nacionais, pontuando a participação do Sistema em relação

a temas nacionais e internacionais relevantes para as engenharias, a agronomia, as geociências, e as profissões tecnológicas e técnicas.

   PRINCIPAIS REALIZAÇÕES DA GESTÃO

  • Pacificação do Sistema Confea Crea e Mútua com tratamento equânime e isonômico a todos os Creas;

  • Aplicação de recursos na estruturação dos Creas, especialmente nas atividades finalísticas, ampliando a fiscalização profissional;

  • Realização de 5 Encontros regionais de Fiscalização e 1 nacional, aproximando o CONFEA com os gestores de fiscalização em 2019

  • Amplo trabalho para a revitalização da fiscalização do exercício profissional, ampliando mecanismos, uniformizando sistemas e integrando procedimentos.

  • Mais de 500 mil fiscalizações realizadas pelos Creas em 2019; 

  • Criação do Cadastro Nacional de Anotação de Responsabilidade Técnica, que padronizou dados e procedimentos;

  • Criação da carteira digital profissional.

  • Federalização do Plenário do Confea que está em fase final no Ministério da Economia e que será encaminhado pela Presidência da República para a homologação pelo Senado;

  • Padronização e calendário de 16 eventos técnico-operacionais, tendo como novidades:

 

  1. Seminário Eleitoral

  2. Assessorias Parlamentares

  3. Relacionamento Institucional

  4. Assessores Técnicos

  5. Recursos Humanos

  6. Planejamento e Gestão

  7. Fórum de Inovação

  8. Licitações e Contratos

 

  • Implantação efetiva do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), eliminado processos físicos, agilizando procedimentos e respostas;

  • Reformulação completa da Assessoria Parlamentar do Confea que passou a ter presença ativa e diária no Congressos Nacional;

  • Resgate do protagonismo da importância do Sistema Confea/Crea no campo político com a presença frequente de lideranças profissionais no Congresso Nacional;

  • Defesa da agenda prioritária do Sistema buscando a aprovação de projetos de lei de interesse de nossas profissões;

  • Apoio a emenda 63 que pede alteração no art. 19 do PL 1292: acrescenta nas licitações de obras e serviços de engenharia, sempre que adequada ao objeto de licitação, seja exigida  modelagem da informação da construção que vão ao encontro ao BIM;

  • Intenso trabalho contra a tramitação da PEC/108 que acaba com o poder fiscalizatório dos Conselhos Profissionais;

  • Transparência aos profissionais, sobre o andamento das propostas do 9º CNP, publicando um documento;

  • Transparências aos profissionais sobre  o  andamento das propostas do 10º CNP  integrando o SEI;

  • Amplo programa de apoio as entidades de classe e instituições de ensino para realizar eventos e publicações por meios de editais de chamamento público, políticas de patrocínio e estandes. Ao todo, 10 milhões de reais disponibilizados.

  • Reformulação da 76º SOEA, deixando-a dinâmica e contemplando todas profissões do sistema;

  • Criação do Programa Mulher, importante incentivo para a ampliação da participação feminina no Sistema, colocando como prioridade o debate de gênero. Um verdadeiro marco na história do Sistema.

  • Participação ativa junto ao MEC da discussão das novas Diretrizes curriculares das engenharias.

  • Trabalho contínuo para evitar a proliferação excessiva de cursos sem qualidade, especialmente nos cursos 100% a distância na graduação.

  • Apoio na fundação da Federação Nacional das Associações de Engenharia Ambiental e Sanitária – FNEAS na 75ª SOEA;

  • CDEN

  • Fortalecimento do Colégio de Entidades Regionais (CDERs)   

  • I Encontro Nacional dos Colégios de Entidades Regionais na 75ª SOEA;

  • Inicio de diálogo com os coordenadores de Comissão de Meio Ambiente dos CREA’s

  • Intenso trabalho de reciprocidade profissional em especial com a Ordem dos Engenheiros de Portugal, que permitiu que milhares de profissionais brasileiros pudessem exercer engenharia em Portugal de forma rápida e dentro da legalidade;  

  • Aprovação da Resolução 1116/2019 que deixa claro que serviços e obras de engenharia são especializados, devendo ser contratados pela modalidade técnica e preço, evitando o uso do pregão;

  • Defesa pelo fim das contratações integradas, implementado pela Lei 12.462/2011, e que instituiu o Regime Diferenciado de Contratações – RDC;

  • Diálogo com os tecnólogos, apoio na defesa da regulamentação da profissão no Congresso Nacional ( PL 2245/2007);

  • Reformulação completa do Prodesu, ampliando a liberação de recursos para os Creas;

  • Apoio financeiro para que os Creas pudessem realizar obras de melhorias de sua infraestrutura para o atendimento de profissionais;

  • Retorno a mídia com campanhas de comunicação nacionais conscientizando a população da importância da contratação de profissionais para execução de obras e serviços.

  • Aproximação com as Instituições de ensino em parceria com os CREA’s apresentando o sistema Confea/Crea aos futuros profissionais;

  • Ação civil pública, para nulidade Resolução nº 480/2018 CFBIO

  •   A mobilização torno da Consulta Pública para as Diretrizes Curriculares Nacionais para graduação em engenharia

  • Plano de Demissão Voluntária

  • Integração de todas unidades do CONFEA,  tendo como foco as de Comunicação, Tecnologia da Informação e Planejamento

  • Acordo de Cooperação Técnica (ACT),  entre o MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e o Confea;

  • Acordo de cooperação  entre Confea e DNIT

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